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domingo, 8 de janeiro de 2017

Tem dias que sou como sol
Poente tentando esconder
Seu brilho detrás da montanha
Até que só do outro lado o achem.

Vontade de voltar às origens
Virar pó de estrela na galáxia
Fragmento sem nome, sem-fim
Viajando a distantes confins

Sem cobranças nos ambros
Sem gravidade a agravar
E dar peso a cada escolha
Simplesmente voar no espaço

Sem nó, sem armadilha, sem laço
Sem pensar no próximo passo
Pois passo não há.
Há um brilho silencioso que busco...

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